sábado, 14 de maio de 2011

Amigos, mas nem tanto: professores contam como equilibrar relação com alunos e escapar de cantadas

educacao.uol.com.br
O alvo está ali, bem à frente da turma. Ele fala bem – e parece bastante atraente aos olhos da plateia. Primeiro são os olhares (que podem ter, ou não, um jeito malicioso); depois é só puxar um papo ou mandar um bilhete. E o que pode vir depois disso?
O ritual da paquera não seria um problema, se o alvo não fosse professor e o caçador, um de seus alunos. Quem nunca se apaixonou pele mestre na época do colégio? Se não foi personagem principal dessa história, certamente, já ouviu relato de alguém que passou por essa situação.
Mas e o professor? Como ele reage a esse tipo de situação? Jovens professores ouvidos pelo UOL Educação contaram como é esse tipo de assédio e como eles saem das investidas dos alunos de passarem dos limites, seja numa tentativa de conquistar amizade ou uma investida com segundas intenções.

Uso “pedagógico” do interesse

"Normalmente eles [os estudantes] ficam curiosos para saber a idade, em que é formado, o que gosta de fazer, essas coisas mais pessoais, como se fossem fazer amizade. Se o professor for 'legal', eles tentam conversar como se fosse um amigo mais velho, chamam para sair e fazer coisas que gostam", contou Willian D' Andrea, 25, professor de geografia para o ensino médio.

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