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De 1,7 mil telefonemas recebidos pelo Disque-Adolescente da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo de 2008 a 2010, um em cada cinco era de queixas sobre bullying. Esse índice abrange somente as dúvidas classificadas pelo serviço como “psicológicas”.
"Eles não se queixam do problema de cara. Em geral, começam dizendo que estão sozinhos, ninguém gosta deles, para depois relatar os maus tratos", diz Albertina Duarte, coordenadora do Programa Saúde do Adolescente da Secretaria. "Depois de ouvir o relato, oferecemos alternativas para o problema, como a Casa do Adolescente [entidade da Secretaria de Saúde que presta atendimento aos jovens] ."
Na adolescência, o bullying, violência física ou psicológica com o objetivo de intimidar, está normalmente associado à escola. Muitas ainda não têm o preparo necessário para lidar com o tema. Segundo os especialistas, não se trata apenas de uma questão pedagógica, mas deve envolver também todos os lados afetados: tanto o dos alunos, pais e professores, quanto o da sociedade.
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